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Mãe do Martim

A primeira vez que o meu filho dormiu fora

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Bem nunca pensei falar tão cedo neste assunto, mas cá vai, a primeira vez que o meu filho dormiu fora foi aos 15 meses.

Casamos em Agosto 2017 e decidimos que íamos fazer a nossa lua de mel em Portugal, isto por receio que acontecesse alguma coisa ao Martim e querÍamos estar por perto.

 

Tenho de confessor, que ainda pensei na hipótese de levá-lo comigo, mas rapidamente me tiraram essa ideia da cabeça.

Para além de ser a nossa lua de mel, os pais precisam de ter um bocadinho de tempo para namorar.

 

O Martim ficou uma semana em casa dos avós, e não podia ter escolhido melhor companhia para estes dias.

Martim não estranhou, esteve sempre bem disposto, fez a sua rotina normais nas que já tinhamos estabelecidas cá em casa.

Como calhou no Verão, andou entretido com a família na praia, foi passear, esteve com os bisávos, portanto esteve sempre muito ocupado, durante os dias que ficou com os avós.

 

Antes de irmos de lua de mel, ainda falei com pediatra e este aconselhou-me a não ligar para os avós ( isto é, se alguma coisa não estivesse bem, eles próprios entrariam em contacto connosco).

Como o pediatra referiu “não confia nessas pessoas para deixar seu filho” então não precisa de ligar!

Foi exactamente isto que fiz, apenas trocamos algumas mensagens e recebemos algumas fotos do Martim.

 

Então como foi a primeira vez que o meu filho dormiu fora? Bem, no primeiro dia foi díficil, meu pensamento era sempre se ele estava bem, se sentia a nossa falta, se iria ficar doente?

 

Passou-me muita coisa pela cabeça, mas posso vos dizer que hoje, considero que foi das melhoras atitudes que tive, para além de ter tido uns dias maravilhosos de namoro, também percebi que não é crime nenhum deixar meu filho com família e ir jantar com meu marido por exemplo.

 

Gosto muito de passear em família, ao fim de semana faço questão de estarmos três juntos, mas aconselho de vez em quando uma saída a dois.

É bom para nos pais e para nossos filhos estarem com a restante família. Aconselho!

 

Já pensaram nesta hipótese?

O que muda com a chegada de um filho?

 

O que muda com a chegada de um filho

 

O que mudou com a chegada de um filho? É um dos muitos temas de conversa quando estou com amigas ou recém mamas.

Um filho traz muitas mudanças na vida da mãe, e do casal. Nem todas são assim tão visíveis, muitas manifestam se mais na nossa forma de ver a vida, nosso comportamento, nossa visão da vida e tudo o que nos rodeia.

No meu caso o que mudou com a chegada do primeiro filho? Bem mudou muita coisa, algumas que até a mim me supreenderam.

 

Podemos começar pela mudança de prioridades, isto é, o Martim está sempre em primeiro, as suas necessidades, seu futuro são o nosso principal objectivo hoje e sempre.

Outras das modificações, que considero que foram boas para todos cá em casa, foram na alimentação, quando comecei a preparar as primeiras sopas, foi ponto de viragem, comecei a ter mais cuidados em relação a preparacão da refeicões, optei por investir mais em alimentos mais saudáveis e mais cuidado na confecão da mesma.

 

Os medos começaram aparecer, agora basta uma viagem de avião para pensar duas vezes, já não ando a mesma velocidade, não consigo andar numa montanha russa, ou lançar me de cabeça num novo desafio profissional. Passei a racionalizar mais estas coisas que parecem tão simples.

O medo de não estar presente, quando me filho precisar de mim, durante o seu crescimento é dos maiores medos que tenho.

Tornei-me mais lamechas, mais do que já era, o que é dificil!

 

Apreendi que tudo se faz, com um bocadinho de organização. Podemos rentabilizar mais o tempo de forma a dar atenção ao filhote, sem esquecer da vida de casal e de mim como mulher.

Sim, é possivel arranjar tempo para namorar, nem que seja um bocadinho enquanto filhote dorme. É preciso é querer!

Estes são algumas das principais mudanças que senti com nascimento do Martim.

O que muda com a chegada de um filho

E com é no vosso caso, o que mudou com a chegada de um filho? Ou não mudou nada?

 

Parto provocado

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É inevitável, quando se começa a ver fotos da barriguinha maravilhosa, não relembrar o parto provocado do Martim.

A gravidez do Martim foi cheia de supresas, tive vários contratempos durante os nove meses, mas isso fica para outro post.

O Martim desde cedo que estava na posição correta para nascer, mas o rapaz gostava tanto do quentinho que nunca deu sinais da sua graça.

 

A minha obstetra aconselho-me a fazer indução de parto, isto porque já estava de quarenta e uma semanas e não havia qualquer indício de o Martim querer nascer.

Posso dizer, que a ideia assustou me um bocadinho, isto porque, estamos a "obrigar" nosso corpo a realizar algo que devia ser natural e não imposto como acontece com o parto provocado.

 

Dei entrada no Hospital de Cascais dia 20 de Abril de manhã, iniciei a indução do parto por volta do meio dia com ajuda de medicamentos. Tive o dia todo com a sensação que nada acontecia, fiz muitas caminhadas pelos corredores da maternidade e não havia sinal do pequeno.

 

Durante toda a tarde, várias vezes tive ligada ao ctg, fizeram-me o "famoso" toque várias vezes, e nada!

Ao final do dia, a enfermeira optou por me aplicar oxitocina intravenosa, para tentar acelerar o processo.

Lembro de ter jantado, e de começar novamente as minhas caminhas maravilhosas pelos corredores.

 

Por volta da meia noite, começaram as contrações, continue andar até não conseguir mais, pois sabia que era bom para fazer a dilatação. Quando fui observada já tinha três dedos de dilatação, o necessário para ir para bloco de partos.

No bloco de partos, estive sempre acompanhada do meu marido, o que foi muito bom!

Quando cheguei ao bloco, pedi epidural, mas nesse dia havia várias urgências e não havia anestesista para me dar a boa da epidural.

Durante todo o tempo que estive no bloco, fiz de tudo para me sentir um bocadinho melhor e ajudar dentro do possível o meu filho a nascer.

 

Tomei banho (é maravilhoso para aliviar um bocadinho a dor), estive na bola de pilates, recebi massagens do meu marido. Tudo isto foram dicas que recebi no curso de preparação para o parto, e recomendo sem dúvida, quem tenha possibilidade que faça o curso.

 

O meu pensamento, sempre foi descansar cada vez que vinha uma contração, e estar sempre em movimento. Nunca estive deitada!

Quando já estava com sete dedos de dilatação, apareceu anestesista, ainda me deu um bocadinho de epidural. Como sabem quando se recebe epidural temos de ficar deitadas, bem a partir desse momento pedi para me colocarem a cama, quase sentada, isto porque sabia que era mais fácil para posteriormente fazer a expulsão do bebé.

 

Desde que recebi a epidural até o Martim dar sinais de querer conhecer o Mundo foi rápido, mas faltava ainda um desafio... o Martim cada vez que eu fazia força ele descia, mas voltava a subir.

Por indicação da médica, que foi chamada pela enfermeira, tínhamos de recorrer as ventosas, caso não resultasse, ia para cesariana.

Bem, logo na primeira tentativa com as ventosas, conseguimos, o Martim nasceu as 05.45h, do dia 21 de Abril 2016.

 

 A primeira roupinha foi o pai que vestiu, foi um momento especial para ambos. O pai foi um valente, este sempre ao meu lado e teve muitaaa paciência para a mãe.

Guardo o maior carinho por todos os profissionais do Hospital de Cascais, foram todos incansáveis. Fui muito bem tratada, desde auxiliares, a enfermeiras e médicos.

 

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Foi um parto tranquilo, apesar de tudo, vivido com muita emoção. Recordo com muita felicidade este dia.

Conhecem casos de parto provocado? Correu bem?

 

 

 

Roupa leve e confortável para crianças

Roupa leve e confortável para crianças

 

 

 

Com a chegada da Primavera, acho que todos  começamos a comprar  roupa leve e confortável para crianças, no caso do Martim já está mais que na altura, porque já nada lhe serve!

Quando compro roupa para o Martim, opto sempre pelo que considero mais confortável, gosto de tecidos leves e de preferência que sejam com cores bem giras.

Acho que tanto na Primavera, como no Verão gosto de ver roupas com cores bem alegres e divertidas.

 

Uma lojas que gosto sempre de espreitar as coleções de criança é na Primark. Encontro sempre algo que gosto e com preços bem acessíveis. 

Adoro calções com cores e estampados. Os pólos tem cores super giras, bem alegres.

Os preços dos calções variam entre 4€ aos 8€. Os pólos são 3€.

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Roupa leve e confortável para crianças

 

 

 

Estes calções de praia são da Zippy e foram cerca de 12€. As sandálias são da Lefties e foram 15€.

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 Os calções e pólo da Zara e sandálias da Pisamonas são 21,95€.

Já compreios calções algum tempo, sinceramente já não me lembro do preço.

 

Roupa leve e confortável para crianças

 

E por fim estes calçoes do Lidl (o dois calções) ficou a menos de 5€.

Roupa leve e confortável para crianças

 

O pijama foi mesmo preço. Cada vez gosto mais da roupa do Lidl, a qualidade é boa, já tem mais variedade e os preços são convidativos. Penso que neste momento ainda se encontra em lojas algumas destas peças. Em relação a calçado entretanto já tinha uns pares que já vos tinha mostrado num outro Post .

 

Recomendam alguma loja que tenha roupa leve e confortável para crianças?

 

Prendas para as educadoras

 

 

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Desde que o Martim começou a frequentar a creche que costumo oferecer prendas as educadoras e auxiliares da salinha, um miminho em certas ocasiões que considero especiais. Normalmente no Natal, Páscoa e no fim do ano letivo.

 

Este ano quero fugir um bocadinho à regra e decidi que esta semana ia dar um miminho a educadora e auxiliar.

 

Para mim é uma forma de agradecer a dedicação e carinho as estas profissionais que considero como parte da família.

 

Sei que muitas pessoas consideram que estão apenas a cumprir o seu trabalho, no entanto considero que o profissionalismo, a paciência que tem com a mãe (muitas vezes mais do que é necessário para o Martim) vale um miminho!

Se pensarmos bem os nossos filhos(as) passam a maior parte do seu dia em creches, jardins de infância onde são cuidadas e acarinhadas diariamente por estes profissionais de educação que lhes dedicam atenção e carinho.

 

Em relação as lembranças prefiro sempre algo personalizado, do que dar chocolates ou flores.

Desta vez optei por uma caneca personalizada da Miya's Tales.

 

A Miya's Tales é uma marca portuguesa,o trabalho é artesanal e o mais fascinante é que nunca vão encontrar dois cadernos iguais, cada produto é único e exclusivo!

Optei pela caneca porque foi personalizada ao meu gosto, isto é, decidi a frase que queria, as cores, e o nome da pessoa a quem vou oferecer.

 

Mas pode encontrar no site mais sugestões, muito queridas como os cadernos personalizados, blocos de notas listas de compras, entre outros.

E vocês, também dão prendas as educadoras?

 

Beijinho.

 

 

 

Primeira visita ao Jardim Zoológico de Lisboa

 

Primeira visita ao Jardim Zoológico de Lisboa

Primeira visita ao Jardim Zoológico de Lisboa

 

 

Primeira visita ao Jardim Zoológico de Lisboa

 

 

 

No domingo decidimos fazer a primeira visita ao Jardim Zoológico de Lisboa, já tinha pensado levá-lo no dia de aniversário do Martim, mas tempo não permitiu.

 

Lembro-me da minha primeira visita ao Zoo em pequena, delirei com os animais e o espetáculo dos golfinhos foi mesmo o que me ficou na minha memória.

 

É um programa com a família que adoro e considero quase obrigatório para qualquer criança. Agora que o Martim tem dois anos, já acha graça aos animais e sabe o nome de todos, nada melhor do que ir passar o dia ao Jardim Zoológico e ver de perto alguns dos seus animais preferidos.

 

Na parte da manhã visitamos a maior parte dos animais, Martim adorou os macacos e o pavão que anda por lá a passear, dizia que era a galinha.

 

Na hora de almoço optámos por almoçar mesmo no Zoo, comemos no restaurante Pizza do Zoo, isto porque ainda queríamos ver o espetáculo dos golfinhos.

Como o espetáculo só começava as 15h ainda conseguimos ver os ursos e o lince ibérico.Primeira visita ao Jardim Zoológico de Lisboa

 

Na verdade, não vi grande coisa do espetáculo dos golfinhos porque Martim fez um grande cocó e não parou quieto um segundo.

 

Para o Martim a melhor parte da visita foi mesmo a visita a Quintinha do Lidl, conseguimos interagir com animais. Martim queria dar festinhas a todos, mas o porco foi mesmo o favorito.

Na minha opinião é mesmo o local do Zoo mais engraçado para a idade do Martim.

 

Tenho pena que o comboio seja pago, acho que atendendo ao preço do bilhete devia estar incluído uma volta pelo menos.

 

Gostei bastante do espaço Bebé da Barral para espaço específico para amamentação, outro espaço equipado com um micro-ondas para aquecimento da comida, cadeiras de papa, espaço para crianças mais velhas brincarem.

 

Foi um dia passado em família, só guardo boas recordações. Só tenho pena não ter levado comida para fazer um picnic na zona das merendas. Fica para a próxima!

Recomendo que levem chapéu para os pequenos, água e protetor solar.

 

Já visitaram o Jardim Zoológico de Liboa?

 

 

 

Birras e mais birras

 

Birras e mais birras

 

 

Martim fez dois anos e começaram as birras e mais birras.

Ultimamente as birras são para tudo! Birras para sair de casa, birras para vestir, birras para tomar banho… birras e mais birras!

 

Todos os dias temos uma birra, que maravilha!

 

Antes de ser mãe olhava paras as outras crianças e dizia que quando tivesse um filho, nunca iria deixar fazer uma birra, muito menos num local público. Acha que a culpa era dos pais, eram demasiado brandos, que mimavam muito os filhos.

 

Devia era ter estado calada!

 Birras e mais birras

Confesso que é das piores coisas da maternidade. Deixa me cansada e muitas vezes sem paciência.

No entanto acho que já não me faz tanta confusão, as birras fazem parte do desenvolvimento e apreendo todos os dias a lidar com elas.

 

São importantes para o desenvolvimento de crianças saudáveis. Considero este ponto importante para as pessoas que ficam escandalizadas com a birra de uma criança.

 

Considero que as crianças têm de saber lidar com as suas frustrações, e nesse ponto é importante não ceder as birras, mas sim lidar com elas da melhor forma que posso.

 

Como lido com as birras e mais birras do Martim? Primeiro de tudo dou lhe espaço, isto é, deixo fazer a birra, deixo extravasar sua raiva ou frustração.

Seja em casa ou no supermercado, já não me faz diferença, estou imune aos olhares alheios!

O engraçado é que muitas vezes o Martim levanta-se do chão e diz “já passou”!

 

Quando não resulta este espaço tento distraí-lo com alguma coisa, algo que lhe tire o foco da birra, mostro-lhe um brinquedo, um livro, qualquer coisa que o distraia.

 

Uma coisa que considero importante é manter a calma, não entrar na onda da birra, não vale a pena levantar a voz ou pegar ao colo. Quero acalma-lo e não ser fazer parte da bola de neve que se pode tornar uma birra!

 

No nosso caso tem resultado dar-lhe espaço. Todas as crianças são diferenças, por isso o que resulta com Martim pode não resultar com outras crianças.

 

Esta é a minha forma de lidar com esta fase do desenvolvimento do Martim, faço o melhor que posso e sei que ainda tenho um longo caminho pela frente.

 

E voçes que técnicas utilizam para acabar com as birras?

 

 

Como ensinar as crianças a lavar os dentes

 

 

 

Hora de lavar os dentes

 

 

 

O Martim começou a lavar os dentes aos doze meses. Antes disso por indicação do pediatra passávamos uma compressa molhada nos dentes depois das refeições.

Já não passamos sem a hora d se deita sem lavar os dentinhos, faz parte da nossa rotina diária.

 

Infelizmente só conseguimos faze-lo ao jantar, mas sei que existe escolas onde já se faz a higiene a seguir ao almoço.

Começamos por comprar uma escova e pasta de dentes na Chicco. 

Hoje em dia já  compramos na farmácia.

 

Começamos por lavar os dentes em conjunto, isto é, eu ou o pai lavamos os dentes ao mesmo tempo que o Martim. Ele acha imensa piada e começou mesmo por nos imitar, hoje o Martim já tem a iniciativa de lavar os dentes sozinho.

 

No final acabamos sempre por ajudar de forma a nos certificarmos que ficam os dentes bem limpinhos.

Acho que ainda come mais pasta de dentes do que outra coisa, mas já é um bom começo!

 Hora de lavar os dentes

Entretanto já questionei o meu dentista, acerca da primeira visita do Martim ao dentista e segundo o mesmo ainda é cedo.

Dentista considera, que aos três anos é altura ideal para uma primeira visita. É uma consulta onde se ensina as crianças de uma forma divertida as técnicas de higiene, observar a boca da criança e acima de tudo prevenir o medo de ir ao dentista.

 

A mãe que não quero ser!

 

 

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Desde que o Martim nasceu que me questiono que mãe sou eu.

Mas cheguei a conclusão que mais do que me definir que mãe sou ou quero ser, sei exatamente que mãe não quero ser.

Quero ser diferente da mãe que tive, mas igual a “mãe” que me criou!

Confusos?! Passo a explicar.

Fui abandonada pela minha mãe aos 6 anos, mas fui criada por um pai que foi mais do que mãe e pai, foi o maior exemplo de persistente e coragem que algumas vez vi.

Foi este pai que me deu a maior lição de amor que alguma vez verei na vida. Abdicar de uma filha de oito anos, abdicar de acompanhar seu crescimento, por saber que esta podia ter uma vida melhor, uma educação melhor.

Foi exatamente aqui que percebi o que significa ser pai/ ser mãe. Um amor incondicional, que só quer o melhor para a filha, mesmo que isso implique estar ausente presencialmente de cada nova conquista.

A mãe que me criou desde oito anos, é a mãe que me deu as maiores lições da minha vida.

É o meu pilar, o maior exemplo de bondade e honestidade. É exatamente essa mãe e com esses valores que quero ser e transmitir ao Martim.

Sou a mãe, que ama incondicionalmente seu filho, que abdica do que for necessário por ele.

Que vai estar sempre presente, que vai apoia-lo nas suas escolhas e deixa-lo comer seus próprios erros.

Uma mãe presente, mas que vai deixa-lo traçar o seu caminho de forma autónoma e consciente com tudo o que isso implica.

O meu colo estará sempre a sua espera, será o seu porto seguro.

Não sou a mãe perfeita, mas sou a mãe que tenta sempre fazer o melhor pelo seu filho.

 

 

 

 

 

 

 

 

A primeira Mimobox do Martim

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Hoje venho-vos apresentar uma a Mimobox, uma marca portuguesa de sucesso, fundada por duas mães empreendedoras.

A Mimobox, é um serviço online, que podem adquirir uma vez, 3 meses ou 6 meses.

Este serviço destina-se a grávidas e mães de bebés até aos 3 anos.

Quem sabe, em breve, uma caixa cheia de mimos para crianças mais velhas.

 

Cada Mimobox é única, é cuidadosamente escolhida, em função do perfil do bebé (idade, alergias alimentares, género).

O preço da caixinha mágica é bem acessível, por apenas 22€ temos acesso a 6 a 8 produtos de marcas de bem conhecidas e em tamanho real, que custaria aproximadamente 40€.

Na minha opinião, o que torna este serviço tão especial, é mesmo o facto de ser cuidadosamente pensada para o nosso bebé, ter sempre a oportunidade de experimentar produtos novos e muitos deles novidades de mercado.

O facto de trazer sempre uns miminhos para a mãe também ajuda! :)

Para quem procura uma prenda original, para um babyshower ou para um recém-nascido, tem aqui uma ótima sugestão!

A Mimobox deste mês trouxe uns produtos fantásticos, o Martim não resistiu a provar os novos pacotinhos de fruta. As bolachinhas também foram um sucesso.

Estou ansiosa por receber a próxima Mimobox.

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