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Mãe do Martim

Mudança de hábitos alimentares

 

Mudança de hábitos alimentares

 

 

Mudança de hábitos alimentares

 

Como já vos contei no último post, estou numa fase da minha vida que estou a fazer uma mudança de hábitos alimentares.

Desde pequena ate a idade adulta sempre tive uma alimentação bastante variedade, no entanto, sei que muitos dos hábitos que já estão enraizados cá em casa, não são propriamente saudáveis.

Apesar já ter deixado os fritos ,de lado a muito tempo, ainda utilizava muito os pequenos almoços rápidos mas cheios de açúcar!

Já para não falar, nos doces, que são a minha perdição. Os cafés,que são muitos, ao longo do dia sempre acompanhados do pacote de açúcar.

Péssimos hábitos, eu sei!

 

Nesta fase da minha vida, achei pertinente começar a investir na mudança de hábitos alimentares, mas faze-lo com  com ajuda de uma professional, a nutricionista Sara Venâncio.

Sei que não é facil, nem estou a espera que o seja,  mudar qualquer hábito que faz parte da nossa rotina, nunca será propriamente fácil.

A mudança de hábitos alimentares, ainda se torna mais difícil, principalmente para uma pessoa como eu que não é muito adepta de verduras e legumes, mas também sei que é uma questão de hábito.

 

Então por onde começar?

Primeiro definir um objectivos, no meu caso são a perda de peso e tonificação.

Depois deliniar estratégias para alcançar o nosso objectivo.

No meu caso, também foi importante perceber porque tenho tantos ataques de fome, principalmente quando me sinto mais stressada ou frustrada, mas já vos falei no post anterior relativamente a fome emocional.

 

Em conjunto a nutricionista Sara, deliníamos um género de ementa semanal com várias opções para as minhas refeições e lanches ao longo do dia.

No geral é fundamental deixar o fast food, os açúcares, o pão branco entre vários outros pontos, que considerámos que era bom reduzir ou mesmo eliminar.

Estou a comer mais vezes ao dia, e de uma forma mais regrada.

Faço pequenos lanches, além das refeições principais.

Basicamente como mais verduras, sopas ( sem batata), pão de sementes, iogurtes etc

 

Vou ser acompanhada online, as minhas consultas serão feitas todas as semanas de forma a perecebermos se estou me adaptar ao plano, se é necessário alguma alteração.

 

 

Sei que será um processo longo, mas com esforço e dedicação conseguirei mudar os meus hábitos e fazer o melhor pela minha saúde.

Vos mantendo a par da minha evolução e das dicas que a Sara me vai dando, de forma ajudar quem quiser partilhar comigo a sua luta, por uma alimentação mais saudável.

Anorexia Fisiológica

Anorexia Fisiológica

 

 

 

Quando Martim fez dois anos, foi lhe diagnosticada anorexia fisiológica.

Até aqui, o Martim era uma criança que comia muito bem, desde a sopa, ao sólidos e até fruta. Antes de ir para a cama ainda bebia o seu leitinho.

Era maravilhoso neste aspeto! Mas com o segundo aniversário tudo mudou!

 

Ao início, ainda pensamos que poderia estar associado ao romper de algum dentinho, alguma dor que desconhecíamos, alguma indisposição.

Mas os dias passam e o Martim continuava na mesma.

 

Chegamos a conclusão que o Martim está a passar pela denominada anorexia fisiológica (não confundir com anorexia nervosa, uma doença do comportamento alimentar).

 No caso particular das crianças no 2º ano de vida, a anorexia é fisiológica, ou seja, tem razões fisiológicas e como tal é normal.

 

 

Entre o primeiro e o terceiro ano de vida, as crianças experimentam um crescimento muito rápido, em peso e altura, que abranda por volta dos dois anos. Durante este período, as necessidades nutricionais adaptam-se ao ritmo de desenvolvimento dos bebés, existindo por isso uma natural diminuição do apetite.

 

Nestes casos, os especialistas aconselham a não forçar a criança a comer mais do que a quantidade pela qual a criança manifesta interesse ou vontade.

 

O que devemos fazer?

-Não cair no erro de dar compensações ou recompensas. “Se comeres a carne, dou te um chupa”.

-Envolver as crianças na preparação das refeições.

– Elogiar a criança sempre que esta demonstra vontade ou interesse em experimentar um prato/ingrediente novo.

-Não permitir que vá petiscando no intervalo das refeições.

- Manter a rotina do horário das refeições. A hora da refeição deve ser partilhada em família, todos sentados na mesma mesa.

- Evitar distrações durante as refeições, evitar os tablets, a televisão.

 

No caso do Martim nestes últimos dias tem tido altos e baixos, refeições que come tudo e repete, como refeições que se recusa a comer tudo.

É uma fase definitivamente complicada, mas o importante é respeitar esta nova fase que faz parte do desenvolvimento e manter a calma.

 

Já passaram por esta fase?

 

 

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