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Mãe do Martim

COMO IDENTIFICAR A FOME EMOCIONAL?

 

 

Fome Emocional

 

 

Como identificar a fome emocional?

Na altura em que começei a ser acompanhada na farmácia, pela minha nutricionista, a progressão foi enorme, estava muito motivada, não só porque realmente me sentia bem com a reeducação alimentar, como também pelo facto de ir casar que foi um grande incentivo.

Ao longo do processo de perda de peso, detectei que realmente em muitas alturas, eu tinha propriamente fome, o meu corpo não tinha necessidade de comer.

O que realmente tinha era fome emocional, isto é, eu comia sempre que notava um pico de stress, algo que mexia comigo a nível emocional.

 

 

Apesar de no pós parto ter conseguido perder cerca de quinze quilos, que foi mais ou menos todo o peso que ganhei na gravidez, só foi possível com muita  força de vontade e juntamente com plano nutricional.

 

 

Continue a ser acompanhada pela minha nutricionista até ao casamento, após o mesmo por razões profissionais e também porque fui “abandonada “ pela minha querida nutricionista deixei de fazer as consultas de manutenção do peso. A culpa como é obvio não foi da nutricionista, mas devo confessar que só me sentia bem em ter as consultas com ela. Talvez por termos idades semelhantes, consegui criar uma ligação muito forte e sem dúvida é uma pessoa muito especial para mim.

 

Consegui manter o meu peso que tinha até bem pouco tempo.

Após o mês de Agosto, mudei de trabalho, o que foi uma situação que mexeu muito comigo a nivel emocional. Para além deste episódio, em Fevereiro deste ano o meu pai faleceu e aí senti que estava a voltar aos maus habitos alimentares, começei a ter a necessidade de comer principalmente doces e nunca estava saciada.

Mais uma vez a fome emocional estava presente, ao ínicio não pensei muito no assunto, mas agora começo aperceber -me que foi uma forma que arranjei de me refugiar.

Portanto a comida tornou-se o meu refúgio. A minha forma de lidar com a situaçao foi através da comida. Sei que para algumas pessoas, isto pode ser estranho, mas basta vermos o que acontecesse com os fumadores ou com jogadores. Penso que se pode comparar, a diferença é só mesmo a forma que cada um arranja de fugir um bocadinho a situação.

 

 Como identificar a fome emocional?

  • Na fome emocional, normalmente procuramos por alimentos com elevado teor de açúcares e gorduras.
  • Na fome emocional ao contrário da fisiológica nunca nos sentimos satisfeitos/saciados. A necessidade de continuar a comer é constantante.
  • A fome emocional gera arrependimento e frustação.

 

 Como estou lidar com a fome emocional?

Penso que o fundamental é tentar o controlar as emoções,de arranjar outro foco como fazer uma caminhada, ler um livro. Optar por algo que nos distraía do pensamento de comer.

Conseguir voltar ao acompanhamento com uma nutricionista no meu caso ajuda me bastante porque consigo manter me focada e motivada.

 

Daqui para frente vou voltar a ter consultas com a minha nutricionista. Vão ser consultas online, será um novo desafio para ambas. Sinto que neste momento será uma grande ajuda para mim,para me sentir melhor e não voltar aos erros alimentares do passado.

 

Já tinham ouvido falar neste tema? É algo com que se identificam?

O Festival Panda é fixe!

 

O Festival Panda é fixe!

 

O festival Panda é fixe!

Desde Maio que já tínhamos comprado o bilhete para o tão aguardado dia do Festival Panda 2018 em Oeiras.

 

O ano passado já tinhamos levado o Martim e adorou! Apesar de ser ainda pequeno, achou muita piada as músicas e aos bonecos que encontramos pelo recinto. Apesar de ter adormecido ao fim de umas horinhas, foi um dia bem passado.

 

Este ano não podíamos faltar a este Festival Panda. O Martim já demostra mais interesse nos desenhos animados do Canal Panda e mesmo pelos insufláveis.

Este ano o Martim conseguiu estar mais tempo a ver o espectáculo principal, delirou com o Ruca, Super Winges e o Noddy.

 

Conseguimos ainda ir as pinturas faciais, participar em alguns jogos com o caso do Montepio e ir aos insufláveis.

Encontramos vários amigos do Panda a passear pelo recinto, foi muito giro de ver a reacção do Martim. Gostou muito da Abelha Maia, do elefante e Kanguru (Jardim Zoologico de Lisboa).

O Festival Panda é fixe!

 

 

Até a bem pouco tempo, o Martim não gostava nada de pinturas faciais, mas hoje pediu-nos e para nossa supresa deixou fazerem-lhe um panda.

Conseguimos aproveitar melhor este ano o Festival do Panda não só porque o Martim já aguentou mais tempo, mas também pelo facto de não estar tanto calor. Neste caso o São Pedro até foi nosso amigo e conseguimos aguentar melhor a manhã.

O Festival Panda é fixe!

 

 

Achei que este ano tinha mais diversidade a nível de atracões, como os insufláveis adaptados para os mais pequenos.

 

Notava-se mais a presença de pontos de informação, onde se podia encontrar protector solar e as pulseiras de identificação para os pequenos. A presença da NOS com chapéus para as crianças também foi um ponto positivo.

 

No geral gostamos muito do Festival Panda, a cada ano consegue nos supreender mais um bocadinho.

É sem dúvida para repetir!

 

Por aí também já levaram os pequenos ao Festival Panda?

 

O Festival do Panda é fixe!

 

 

Pele seca ou atópica

 

pele seca e atópica

 

 

Com filhos estamos sempre a procura do melhor produto para cada novo desafio. O desafio que se impõe, neste momento, é encontrar um bom creme para pele  seca ou atópica.

Como já se devem ter aprecebido o Martim está com uma pequena infeção, que faz com que tenha pequenas erupçoes na pele (bolhas).

 

 

Temos feito o tratamento necessário para combater este problema, e aliado a prescrição médica, decide procurar novas opções de cremes para higiene diária.

Optei mesmo por procurar cremes para pele seca ou atópica. Atedendo a situação, acho que será mais indicado procurar cremes com menos químicos possível.

 

Encontrei a gama da SVR, a Topialyse Baume Intensif que me agradou bastante, não tem parabenos, nem conservantes,parafina nem corantes.

É hipoalergenico e combate a secura da pele, bem como anti alergias e irritações.

A absorção é bastante rápida e não tem qualquer tipo de perfume.

 

 

 

pele seca ou atópica

 

 

Para além de estar a utilizar diariamente no Martim, também decidi exprimentar, isto porque, este creme é adaptado tanto para crianças como adultos.

Como sabem gosto muito de ir exprimentando vários produtos, principalmente para a pele do meu rosto, tenho sempre a pele muito seca.

 

Estou a gostar dos resultados, sinto a pele mais hidratada e saudável.

 

O preço do creme é acessivel e cumpre o que promete!

 

Conhecem esta gama SVR? Recomendam algum outro creme para pele  seca ou atópica?

 

 

 

 

A primeira vez que o meu filho dormiu fora

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Bem nunca pensei falar tão cedo neste assunto, mas cá vai, a primeira vez que o meu filho dormiu fora foi aos 15 meses.

Casamos em Agosto 2017 e decidimos que íamos fazer a nossa lua de mel em Portugal, isto por receio que acontecesse alguma coisa ao Martim e querÍamos estar por perto.

 

Tenho de confessor, que ainda pensei na hipótese de levá-lo comigo, mas rapidamente me tiraram essa ideia da cabeça.

Para além de ser a nossa lua de mel, os pais precisam de ter um bocadinho de tempo para namorar.

 

O Martim ficou uma semana em casa dos avós, e não podia ter escolhido melhor companhia para estes dias.

Martim não estranhou, esteve sempre bem disposto, fez a sua rotina normais nas que já tinhamos estabelecidas cá em casa.

Como calhou no Verão, andou entretido com a família na praia, foi passear, esteve com os bisávos, portanto esteve sempre muito ocupado, durante os dias que ficou com os avós.

 

Antes de irmos de lua de mel, ainda falei com pediatra e este aconselhou-me a não ligar para os avós ( isto é, se alguma coisa não estivesse bem, eles próprios entrariam em contacto connosco).

Como o pediatra referiu “não confia nessas pessoas para deixar seu filho” então não precisa de ligar!

Foi exactamente isto que fiz, apenas trocamos algumas mensagens e recebemos algumas fotos do Martim.

 

Então como foi a primeira vez que o meu filho dormiu fora? Bem, no primeiro dia foi díficil, meu pensamento era sempre se ele estava bem, se sentia a nossa falta, se iria ficar doente?

 

Passou-me muita coisa pela cabeça, mas posso vos dizer que hoje, considero que foi das melhoras atitudes que tive, para além de ter tido uns dias maravilhosos de namoro, também percebi que não é crime nenhum deixar meu filho com família e ir jantar com meu marido por exemplo.

 

Gosto muito de passear em família, ao fim de semana faço questão de estarmos três juntos, mas aconselho de vez em quando uma saída a dois.

É bom para nos pais e para nossos filhos estarem com a restante família. Aconselho!

 

Já pensaram nesta hipótese?

Blog Mãe do Martim

Quando começei este Blog a ideia sempre foi a troca de experiência e de ideias.

Ter a oportunidade de conhecer mães, como eu, que pretendam dar a conhecer um bocadinho mais deste Mundo da maternidade e do nosso papel na vida deste seres humanos fantásticos.

 

Pretendo falar de uma forma informal e directa, sobre temas da maternidade e de outros temas que gosto, enquanto mãe.

A forma como escrevo e partilho, as minhas experiências, surgem com a forma como eu própria vivi a minha infância e a educação que tive.

 

 

Espero que gostem deste espaço de partilha e que participem com as vossas questões e sugestões.

 

O que muda com a chegada de um filho?

 

O que muda com a chegada de um filho

 

O que mudou com a chegada de um filho? É um dos muitos temas de conversa quando estou com amigas ou recém mamas.

Um filho traz muitas mudanças na vida da mãe, e do casal. Nem todas são assim tão visíveis, muitas manifestam se mais na nossa forma de ver a vida, nosso comportamento, nossa visão da vida e tudo o que nos rodeia.

No meu caso o que mudou com a chegada do primeiro filho? Bem mudou muita coisa, algumas que até a mim me supreenderam.

 

Podemos começar pela mudança de prioridades, isto é, o Martim está sempre em primeiro, as suas necessidades, seu futuro são o nosso principal objectivo hoje e sempre.

Outras das modificações, que considero que foram boas para todos cá em casa, foram na alimentação, quando comecei a preparar as primeiras sopas, foi ponto de viragem, comecei a ter mais cuidados em relação a preparacão da refeicões, optei por investir mais em alimentos mais saudáveis e mais cuidado na confecão da mesma.

 

Os medos começaram aparecer, agora basta uma viagem de avião para pensar duas vezes, já não ando a mesma velocidade, não consigo andar numa montanha russa, ou lançar me de cabeça num novo desafio profissional. Passei a racionalizar mais estas coisas que parecem tão simples.

O medo de não estar presente, quando me filho precisar de mim, durante o seu crescimento é dos maiores medos que tenho.

Tornei-me mais lamechas, mais do que já era, o que é dificil!

 

Apreendi que tudo se faz, com um bocadinho de organização. Podemos rentabilizar mais o tempo de forma a dar atenção ao filhote, sem esquecer da vida de casal e de mim como mulher.

Sim, é possivel arranjar tempo para namorar, nem que seja um bocadinho enquanto filhote dorme. É preciso é querer!

Estes são algumas das principais mudanças que senti com nascimento do Martim.

O que muda com a chegada de um filho

E com é no vosso caso, o que mudou com a chegada de um filho? Ou não mudou nada?

 

Quando se deve retirar as fraldas?

Quando se deve retirar as fraldas?

 

 

Quando se deve retirar as fraldas? Ainda é das questões que mais ouço falar entre mães. Mas será que existe uma idade ideal para começarmos a retirar a fralda? Bem, na minha opiniao não. Cada criança tem um desenvolvimento e maturidade diferente.

E por isso mesmo devemos estar atentos alguns sinais antes de iniciar todo este processo.

O Martim assim que fez os dois anos, eu achei que era seria a altura ideial para iniciar esta aventura, comecei por comprar o redutor, roupa, cuecas. Todo um enxoval para esta nova fase.

 Assim que começei percebi que o Martim nao tinha maturidade suficiente para iniciar esta aventura.

Martim não percebia sequer que estava a fazer xixi, chorava quando fazia xixi, pedia para por a fralda.

 

Nessa altura percebi, que a minha ansiedade era tanta que acabei por prejudicado-lo, porque no fundo não era o momento certo para o Martim.

Não sei se fiz a escolha certa ou não mas parei o processo por uns tempos, até porque na escola tambem me alertaram que não era o melhor momento.

 

Agora após alguns meses decidi recomeçar esta aventura, com uma atitude diferente, sem pressas. Começo por levar o Martim a sanita quando acorda, após as refeicoes e antes de ir deitar. São os momentos que considero mais importantes.

Quando saímos ainda leva a fralde. Este processo será gradual e sem pressas.

Já levei um saco para a escola com muitos calções, cuecas com bonequinhos, uns crocs para estarmos em simultâneo a iniciar o desfralde.

 

Esta altura acaba por ser mais fácil, a nivel de logistica, porque as crianças podem andar sem calçoes, apenas de cueca, usar uns crocs por exemplo, e é bem mais fácil de conseguirmos também em casa tratar das inúmeras mudas de roupa que vamos ter todos os dias para lavar .

Quando meto o Martim na sanita dou lhe uma história ou um brinquedo para o entreter um bocadinho, faço uma grande festa quando ele faz xixi, deixo limpar o rabinho  com papel higiénico e faço questão de estar presente, nunca o deixo sozinho.

 

Sei que ainda temos um longo caminho pela frente, mas acho que desta forma mais descontraída chegaremos longe!

 

E para voçes quando se deve retirar as fraldas? Tem dicas de desfralde para partilhar comigo?

Filho Martim

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Martim nasceu a 21 de Abril de 2016 no Hospital de Cascais. Nasceu de quase 42 semanas de parto provocado, um parto normal que recordo com muito carinho.

Martim nasceu com uma pequena dilatação do rim esquerdo, sempre foi vigiado no Hospital e pelo nosso pediatra, desde cedo que tivemos alguns cuidados especiais, mas actualmente o Martim já não tem qualquer tipo de dilatacão.

 

Desde recém nascido que é um bébe calmo, sorridente e cheio de energia. Actualmente com 2 anos é um falador nato, gosta de ver o canal Panda, adora carros e motas.

Frequenta a creche desde os 6 meses e adora os amiguinhos da turma.

 

Tal com a mãe, não gosta de estar quieto em casa e por isso mesmo, os tempos livres são passados no parque, na praia, ou a conhecer actividades próprias para a sua idade.

É um menino feliz e espero que tenha sempre presente os valores que a mãe e o pai lhe transmitem.

Creme hidratante para peles sensíves

 

 

 

 

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Todos os dias de manhã uso um creme hidrante para peles sensíveis, quer vá usar maquilhagem ou não.

Todas nós sabemos que a pele do rosto é mais sensível e frágil do que a pele do corpo, por este motivo é essencial termos cuidados especiais, sejam preventivos ou reparadores, o importante é cuidar!

Quem não gosta de ter o rosto com um aspecto saudável e bonito?

 

O creme de rosto que estou a usar neste momento é o novo creme da Corine de Farme, enriquecido com extrato natural de flor de Centáurea azul que refresca, ilumina e protege a pele.

 

O creme tem uma textura que pessoalmente me agrada bastante, trata-se de um gel creme hidratante, a pele fica com um sensação refrescante que adoro. Não deixa o rosto com aquele aspecto "pegajoso" .

A absorção é bastante rápida e a pele fica bem macia.

E cheirinho? é maravilhoso!

Tratando-se de um creme hidratante para peles sensíveis, acho que vale bem a pena exprimentarem!

 

Principalmente se tiverem a pele bastante sensível como é o meu caso.

Por vezes gosto de utilizar uma máscara antes de aplicar creme hidratante.

 Nunca tinha usado produtos da marca, só mesmo a gama de criança,mas fiquei muito satisfeita e ainda mais curiosa com a restante gama.

Qual o creme diário que usam?

Beijinhos

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