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Mãe do Martim

Viagem de carro Lisboa-França

Viagem de carro Lisboa-França

 

 

 

 

Viagem de carro Lisboa -França.

Já cerca de um ano que tínhamos esta viagem de carro programada. Porque de carro e não de avião? Bem, a nossa ideia era mesmo ter uma nova experiência.

À partida, sabíamos que com  o Martim ia ser mais complicado, mas com algumas estratégias e muitas dicas que recebemos, achamos que era possível, sem por em risco o bem estar do pequeno. Antes da viagem também falamos com o pediatra do Martim que nos deu algumas dicas em relação a viagem, principalmente tendo em conta a idade do Martim.

 

Em primeiro lugar, começamos por traçar uma rota, em conjunto com meu irmão que é emigrante em França e já fez milhares de viagens de carro. Para além da rota, decidimos que íamos fazer uma paragem mais longa para dormir em Espanha.

O meu irmão por exemplo, não tem por hábito parar descansar, apenas faz pequenas paragens para descansar, mas no nosso caso achamos que seria muito duro.

Para terem uma ideia, de Lisboa a Espanha (Vitória) são cerca de 900km, cerca de 9horas sem paragens. No entanto com pequenas paragens ao longo do percurso são 12horas.

É uma viagem dura, principalmente quando se apanha temperaturas tão altas como apanhamos no caminho.

O Martim foi praticamente a viagem toda só de fralda, com bastante protector solar e sempre que possível dava lhe agua e frutas de forma a mantê- lo hidratado.

 

Parámos várias vezes, em áreas de serviço para comer, para ir a casa de banho e também para o Martim se distrair um bocadinho. As áreas de serviço em Espanha quase todas ficam fora da auto-estrada, portanto perdemos sempre algum tempo no desvio, sem falar que não se encontra nada de jeito para comer!

Durante a maior parte do tempo, fui a brincar com Martim, fizemos jogos no tablet, brincamos com carinhos e também vimos alguns filmes.

Já quase na chegada ao hotel em Espanha, o Martim começou a ficar muito irrequieto e tornou-se bem mais difícil de o entreter com o que quer que fosse.

A noite no hotel foi tranquila, a parte menos positiva é que não tínhamos nada por perto para visitar, mas o cansaço também era tanto que só queríamos dormir.

No dia seguinte saímos cedo, foram cerca de 700km de viagem, mais uma tantas horas até França.

Assim que entramos em França, já sentimos um alívio que estamos a chegar e tudo correu bem.

 

No geral é a viagem de carro Lisboa-França é muito cansativa, ainda mais para os pequenos, são muitas horas de viagem e as paragens que fazemos não são suficientes para descansar.

O Martim andou dois dias com febre, que segundo o que nos informaram, acontecesse muito com crianças que fazem este tipo de viagens, o facto de mudar a rotina, o clima, o tempo de viagem, tudo isto pode levar a que se sintam mais frágeis.

 

Vamos fazer a viagem de volta para Portugal novamente, mas em breve não voltarei a fazer uma viagem tao longa de carro.

Tem muitos pontos positivos sem dúvida, como levarem tudo o que nos apetece, estamos livres para andar por onde queremos, sem necessidade de andar de transportes, mas com crianças é muito difícil este tipo de viagem.

 

Principais dicas que vos posso dar, atendendo a minha experiência:

  • Ar-condicionado virado para cima (garrafa de água aberta para ajudar evaporar);
  • Alimentação ( optar por pequenas refeições ao longo da viagem) no caso do Martim, muita fruta, agua, bolachas, iogurtes;
  •  Paragem para dormir num hotel/hostel;
  • Uma mochila só com o necessário para a noite no hotel (evitam de retirar malas todas do carro;
  • Muitas moedas para pagar as portagens em Espanha e França, sendo mais frequente o pagamento em maquinas automáticas;
  • Kit primeiros socorros (principalmente para os mais pequenos);
  • Atenção a velocidade limite em Espanha e França;
  • Não esquecer documentos de identificação das crianças.

 

Já fizeram alguma viagem de carro Lisboa-França? Ou alguma viagem mais longa de carro?

Quando e como fazer a transição do berço para a cama?

 

 

Quando e como fazer a transição do berço para a cama?

 

Acho que esta é uma óptima questão que coloquei a mim mesma, quando e como fazer a transição do berço para a cama?

 

  • Quando é altura mais adequada para a mudança de cama?

Bem como acontecesse com a retirada da fralda, penso que não existe uma idade, nem altura própria para esta transição.

Tenho de confessar, que tive algum receio com esta nova mudança, pelo facto desta ter sido feita praticamente ao mesmo tempo que começamos a retirada da fralda.

Mas também por ter algum receio que o Martim saísse da cama, apesar de esta mudança conferir mais autonomia e confiança.

 

  • Como  foi feita a mudança?

Decidimos desmontar o berço e montar a camana presença do Martim, pedimos ajuda ao Martim para colocar os lençóis e os bonecos que ele mais gosta na cama nova.

O Martim saltou logo para a cama e pediu uma história. Fiquei feliz pela forma como encarrou a mudança e o a vontade que demonstrou logo com a caminha nova.

 

  • Qual a cama ideal?

Bem no nosso caso optamos por uma cama do ikea que foi herdada de uma prima, é uma cama pequenia e baixinha, que tem uma barreira de lado.

Como a cama só tem uma barreira, que posicionamos na parte superior, decidi por uma pequena almofada na parte de baixo da cama, isto porque já acordamos uma vez durante a noite, com o Martim caído no chão.

A cama é restairinha, por isso a queda não foi grande, mas é sempre assustador para uma mãe.

A tal barreira que está posicionada de um dos lados da cama, pode ser retirada quando o Martim, for mais crescido e se sinta mais seguro na caminha.

 

  • Segurança

 

Para além da questão das grades, acho importante a cama estar longe de janelas ou portas.

No caso de a cama ter as proteçoes dos dois lados, é possivel coloca-la em qualquer parte do quarto.

No caso do quartinho do Martim, a cama ficou posicionada junto a parede, exactamente no mesmo sitio onde estava o berço.

De uma forma geral a transição para a nova cama, correu muito bem, o Martim gosta muito da cama nova.

 

 

Ao contrário do que eu pensava, o pequeno nunca saiu da cama. Mesmo quando acorda de manhã continua a chamar pelo pai ou mãe.

Penso mesmo que será uma questão de tempo para começar a sair sozinho, mas como em tudo será quando ele quiser e se sentir a vontade para o fazer.

Em breve vamos as compras e vou deixa-lo escolher mais mais alguns lençois para a cama e também uma almofadinha.

 

Também envolvem os pequenos, quando fazem estas mudanças?

 

Mudança de hábitos alimentares

 

Mudança de hábitos alimentares

 

 

Mudança de hábitos alimentares

 

Como já vos contei no último post, estou numa fase da minha vida que estou a fazer uma mudança de hábitos alimentares.

Desde pequena ate a idade adulta sempre tive uma alimentação bastante variedade, no entanto, sei que muitos dos hábitos que já estão enraizados cá em casa, não são propriamente saudáveis.

Apesar já ter deixado os fritos ,de lado a muito tempo, ainda utilizava muito os pequenos almoços rápidos mas cheios de açúcar!

Já para não falar, nos doces, que são a minha perdição. Os cafés,que são muitos, ao longo do dia sempre acompanhados do pacote de açúcar.

Péssimos hábitos, eu sei!

 

Nesta fase da minha vida, achei pertinente começar a investir na mudança de hábitos alimentares, mas faze-lo com  com ajuda de uma professional, a nutricionista Sara Venâncio.

Sei que não é facil, nem estou a espera que o seja,  mudar qualquer hábito que faz parte da nossa rotina, nunca será propriamente fácil.

A mudança de hábitos alimentares, ainda se torna mais difícil, principalmente para uma pessoa como eu que não é muito adepta de verduras e legumes, mas também sei que é uma questão de hábito.

 

Então por onde começar?

Primeiro definir um objectivos, no meu caso são a perda de peso e tonificação.

Depois deliniar estratégias para alcançar o nosso objectivo.

No meu caso, também foi importante perceber porque tenho tantos ataques de fome, principalmente quando me sinto mais stressada ou frustrada, mas já vos falei no post anterior relativamente a fome emocional.

 

Em conjunto a nutricionista Sara, deliníamos um género de ementa semanal com várias opções para as minhas refeições e lanches ao longo do dia.

No geral é fundamental deixar o fast food, os açúcares, o pão branco entre vários outros pontos, que considerámos que era bom reduzir ou mesmo eliminar.

Estou a comer mais vezes ao dia, e de uma forma mais regrada.

Faço pequenos lanches, além das refeições principais.

Basicamente como mais verduras, sopas ( sem batata), pão de sementes, iogurtes etc

 

Vou ser acompanhada online, as minhas consultas serão feitas todas as semanas de forma a perecebermos se estou me adaptar ao plano, se é necessário alguma alteração.

 

 

Sei que será um processo longo, mas com esforço e dedicação conseguirei mudar os meus hábitos e fazer o melhor pela minha saúde.

Vos mantendo a par da minha evolução e das dicas que a Sara me vai dando, de forma ajudar quem quiser partilhar comigo a sua luta, por uma alimentação mais saudável.

COMO IDENTIFICAR A FOME EMOCIONAL?

 

 

Fome Emocional

 

 

Como identificar a fome emocional?

Na altura em que começei a ser acompanhada na farmácia, pela minha nutricionista, a progressão foi enorme, estava muito motivada, não só porque realmente me sentia bem com a reeducação alimentar, como também pelo facto de ir casar que foi um grande incentivo.

Ao longo do processo de perda de peso, detectei que realmente em muitas alturas, eu tinha propriamente fome, o meu corpo não tinha necessidade de comer.

O que realmente tinha era fome emocional, isto é, eu comia sempre que notava um pico de stress, algo que mexia comigo a nível emocional.

 

 

Apesar de no pós parto ter conseguido perder cerca de quinze quilos, que foi mais ou menos todo o peso que ganhei na gravidez, só foi possível com muita  força de vontade e juntamente com plano nutricional.

 

 

Continue a ser acompanhada pela minha nutricionista até ao casamento, após o mesmo por razões profissionais e também porque fui “abandonada “ pela minha querida nutricionista deixei de fazer as consultas de manutenção do peso. A culpa como é obvio não foi da nutricionista, mas devo confessar que só me sentia bem em ter as consultas com ela. Talvez por termos idades semelhantes, consegui criar uma ligação muito forte e sem dúvida é uma pessoa muito especial para mim.

 

Consegui manter o meu peso que tinha até bem pouco tempo.

Após o mês de Agosto, mudei de trabalho, o que foi uma situação que mexeu muito comigo a nivel emocional. Para além deste episódio, em Fevereiro deste ano o meu pai faleceu e aí senti que estava a voltar aos maus habitos alimentares, começei a ter a necessidade de comer principalmente doces e nunca estava saciada.

Mais uma vez a fome emocional estava presente, ao ínicio não pensei muito no assunto, mas agora começo aperceber -me que foi uma forma que arranjei de me refugiar.

Portanto a comida tornou-se o meu refúgio. A minha forma de lidar com a situaçao foi através da comida. Sei que para algumas pessoas, isto pode ser estranho, mas basta vermos o que acontecesse com os fumadores ou com jogadores. Penso que se pode comparar, a diferença é só mesmo a forma que cada um arranja de fugir um bocadinho a situação.

 

 Como identificar a fome emocional?

  • Na fome emocional, normalmente procuramos por alimentos com elevado teor de açúcares e gorduras.
  • Na fome emocional ao contrário da fisiológica nunca nos sentimos satisfeitos/saciados. A necessidade de continuar a comer é constantante.
  • A fome emocional gera arrependimento e frustação.

 

 Como estou lidar com a fome emocional?

Penso que o fundamental é tentar o controlar as emoções,de arranjar outro foco como fazer uma caminhada, ler um livro. Optar por algo que nos distraía do pensamento de comer.

Conseguir voltar ao acompanhamento com uma nutricionista no meu caso ajuda me bastante porque consigo manter me focada e motivada.

 

Daqui para frente vou voltar a ter consultas com a minha nutricionista. Vão ser consultas online, será um novo desafio para ambas. Sinto que neste momento será uma grande ajuda para mim,para me sentir melhor e não voltar aos erros alimentares do passado.

 

Já tinham ouvido falar neste tema? É algo com que se identificam?

O Festival Panda é fixe!

 

O Festival Panda é fixe!

 

O festival Panda é fixe!

Desde Maio que já tínhamos comprado o bilhete para o tão aguardado dia do Festival Panda 2018 em Oeiras.

 

O ano passado já tinhamos levado o Martim e adorou! Apesar de ser ainda pequeno, achou muita piada as músicas e aos bonecos que encontramos pelo recinto. Apesar de ter adormecido ao fim de umas horinhas, foi um dia bem passado.

 

Este ano não podíamos faltar a este Festival Panda. O Martim já demostra mais interesse nos desenhos animados do Canal Panda e mesmo pelos insufláveis.

Este ano o Martim conseguiu estar mais tempo a ver o espectáculo principal, delirou com o Ruca, Super Winges e o Noddy.

 

Conseguimos ainda ir as pinturas faciais, participar em alguns jogos com o caso do Montepio e ir aos insufláveis.

Encontramos vários amigos do Panda a passear pelo recinto, foi muito giro de ver a reacção do Martim. Gostou muito da Abelha Maia, do elefante e Kanguru (Jardim Zoologico de Lisboa).

O Festival Panda é fixe!

 

 

Até a bem pouco tempo, o Martim não gostava nada de pinturas faciais, mas hoje pediu-nos e para nossa supresa deixou fazerem-lhe um panda.

Conseguimos aproveitar melhor este ano o Festival do Panda não só porque o Martim já aguentou mais tempo, mas também pelo facto de não estar tanto calor. Neste caso o São Pedro até foi nosso amigo e conseguimos aguentar melhor a manhã.

O Festival Panda é fixe!

 

 

Achei que este ano tinha mais diversidade a nível de atracões, como os insufláveis adaptados para os mais pequenos.

 

Notava-se mais a presença de pontos de informação, onde se podia encontrar protector solar e as pulseiras de identificação para os pequenos. A presença da NOS com chapéus para as crianças também foi um ponto positivo.

 

No geral gostamos muito do Festival Panda, a cada ano consegue nos supreender mais um bocadinho.

É sem dúvida para repetir!

 

Por aí também já levaram os pequenos ao Festival Panda?

 

O Festival do Panda é fixe!

 

 

Pele seca ou atópica

 

pele seca e atópica

 

 

Com filhos estamos sempre a procura do melhor produto para cada novo desafio. O desafio que se impõe, neste momento, é encontrar um bom creme para pele  seca ou atópica.

Como já se devem ter aprecebido o Martim está com uma pequena infeção, que faz com que tenha pequenas erupçoes na pele (bolhas).

 

 

Temos feito o tratamento necessário para combater este problema, e aliado a prescrição médica, decide procurar novas opções de cremes para higiene diária.

Optei mesmo por procurar cremes para pele seca ou atópica. Atedendo a situação, acho que será mais indicado procurar cremes com menos químicos possível.

 

Encontrei a gama da SVR, a Topialyse Baume Intensif que me agradou bastante, não tem parabenos, nem conservantes,parafina nem corantes.

É hipoalergenico e combate a secura da pele, bem como anti alergias e irritações.

A absorção é bastante rápida e não tem qualquer tipo de perfume.

 

 

 

pele seca ou atópica

 

 

Para além de estar a utilizar diariamente no Martim, também decidi exprimentar, isto porque, este creme é adaptado tanto para crianças como adultos.

Como sabem gosto muito de ir exprimentando vários produtos, principalmente para a pele do meu rosto, tenho sempre a pele muito seca.

 

Estou a gostar dos resultados, sinto a pele mais hidratada e saudável.

 

O preço do creme é acessivel e cumpre o que promete!

 

Conhecem esta gama SVR? Recomendam algum outro creme para pele  seca ou atópica?

 

 

 

 

A primeira vez que o meu filho dormiu fora

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Bem nunca pensei falar tão cedo neste assunto, mas cá vai, a primeira vez que o meu filho dormiu fora foi aos 15 meses.

Casamos em Agosto 2017 e decidimos que íamos fazer a nossa lua de mel em Portugal, isto por receio que acontecesse alguma coisa ao Martim e querÍamos estar por perto.

 

Tenho de confessor, que ainda pensei na hipótese de levá-lo comigo, mas rapidamente me tiraram essa ideia da cabeça.

Para além de ser a nossa lua de mel, os pais precisam de ter um bocadinho de tempo para namorar.

 

O Martim ficou uma semana em casa dos avós, e não podia ter escolhido melhor companhia para estes dias.

Martim não estranhou, esteve sempre bem disposto, fez a sua rotina normais nas que já tinhamos estabelecidas cá em casa.

Como calhou no Verão, andou entretido com a família na praia, foi passear, esteve com os bisávos, portanto esteve sempre muito ocupado, durante os dias que ficou com os avós.

 

Antes de irmos de lua de mel, ainda falei com pediatra e este aconselhou-me a não ligar para os avós ( isto é, se alguma coisa não estivesse bem, eles próprios entrariam em contacto connosco).

Como o pediatra referiu “não confia nessas pessoas para deixar seu filho” então não precisa de ligar!

Foi exactamente isto que fiz, apenas trocamos algumas mensagens e recebemos algumas fotos do Martim.

 

Então como foi a primeira vez que o meu filho dormiu fora? Bem, no primeiro dia foi díficil, meu pensamento era sempre se ele estava bem, se sentia a nossa falta, se iria ficar doente?

 

Passou-me muita coisa pela cabeça, mas posso vos dizer que hoje, considero que foi das melhoras atitudes que tive, para além de ter tido uns dias maravilhosos de namoro, também percebi que não é crime nenhum deixar meu filho com família e ir jantar com meu marido por exemplo.

 

Gosto muito de passear em família, ao fim de semana faço questão de estarmos três juntos, mas aconselho de vez em quando uma saída a dois.

É bom para nos pais e para nossos filhos estarem com a restante família. Aconselho!

 

Já pensaram nesta hipótese?

Blog Mãe do Martim

Quando começei este Blog a ideia sempre foi a troca de experiência e de ideias.

Ter a oportunidade de conhecer mães, como eu, que pretendam dar a conhecer um bocadinho mais deste Mundo da maternidade e do nosso papel na vida deste seres humanos fantásticos.

 

Pretendo falar de uma forma informal e directa, sobre temas da maternidade e de outros temas que gosto, enquanto mãe.

A forma como escrevo e partilho, as minhas experiências, surgem com a forma como eu própria vivi a minha infância e a educação que tive.

 

 

Espero que gostem deste espaço de partilha e que participem com as vossas questões e sugestões.

 

O que muda com a chegada de um filho?

 

O que muda com a chegada de um filho

 

O que mudou com a chegada de um filho? É um dos muitos temas de conversa quando estou com amigas ou recém mamas.

Um filho traz muitas mudanças na vida da mãe, e do casal. Nem todas são assim tão visíveis, muitas manifestam se mais na nossa forma de ver a vida, nosso comportamento, nossa visão da vida e tudo o que nos rodeia.

No meu caso o que mudou com a chegada do primeiro filho? Bem mudou muita coisa, algumas que até a mim me supreenderam.

 

Podemos começar pela mudança de prioridades, isto é, o Martim está sempre em primeiro, as suas necessidades, seu futuro são o nosso principal objectivo hoje e sempre.

Outras das modificações, que considero que foram boas para todos cá em casa, foram na alimentação, quando comecei a preparar as primeiras sopas, foi ponto de viragem, comecei a ter mais cuidados em relação a preparacão da refeicões, optei por investir mais em alimentos mais saudáveis e mais cuidado na confecão da mesma.

 

Os medos começaram aparecer, agora basta uma viagem de avião para pensar duas vezes, já não ando a mesma velocidade, não consigo andar numa montanha russa, ou lançar me de cabeça num novo desafio profissional. Passei a racionalizar mais estas coisas que parecem tão simples.

O medo de não estar presente, quando me filho precisar de mim, durante o seu crescimento é dos maiores medos que tenho.

Tornei-me mais lamechas, mais do que já era, o que é dificil!

 

Apreendi que tudo se faz, com um bocadinho de organização. Podemos rentabilizar mais o tempo de forma a dar atenção ao filhote, sem esquecer da vida de casal e de mim como mulher.

Sim, é possivel arranjar tempo para namorar, nem que seja um bocadinho enquanto filhote dorme. É preciso é querer!

Estes são algumas das principais mudanças que senti com nascimento do Martim.

O que muda com a chegada de um filho

E com é no vosso caso, o que mudou com a chegada de um filho? Ou não mudou nada?

 

Quando se deve retirar as fraldas?

Quando se deve retirar as fraldas?

 

 

Quando se deve retirar as fraldas? Ainda é das questões que mais ouço falar entre mães. Mas será que existe uma idade ideal para começarmos a retirar a fralda? Bem, na minha opiniao não. Cada criança tem um desenvolvimento e maturidade diferente.

E por isso mesmo devemos estar atentos alguns sinais antes de iniciar todo este processo.

O Martim assim que fez os dois anos, eu achei que era seria a altura ideial para iniciar esta aventura, comecei por comprar o redutor, roupa, cuecas. Todo um enxoval para esta nova fase.

 Assim que começei percebi que o Martim nao tinha maturidade suficiente para iniciar esta aventura.

Martim não percebia sequer que estava a fazer xixi, chorava quando fazia xixi, pedia para por a fralda.

 

Nessa altura percebi, que a minha ansiedade era tanta que acabei por prejudicado-lo, porque no fundo não era o momento certo para o Martim.

Não sei se fiz a escolha certa ou não mas parei o processo por uns tempos, até porque na escola tambem me alertaram que não era o melhor momento.

 

Agora após alguns meses decidi recomeçar esta aventura, com uma atitude diferente, sem pressas. Começo por levar o Martim a sanita quando acorda, após as refeicoes e antes de ir deitar. São os momentos que considero mais importantes.

Quando saímos ainda leva a fralde. Este processo será gradual e sem pressas.

Já levei um saco para a escola com muitos calções, cuecas com bonequinhos, uns crocs para estarmos em simultâneo a iniciar o desfralde.

 

Esta altura acaba por ser mais fácil, a nivel de logistica, porque as crianças podem andar sem calçoes, apenas de cueca, usar uns crocs por exemplo, e é bem mais fácil de conseguirmos também em casa tratar das inúmeras mudas de roupa que vamos ter todos os dias para lavar .

Quando meto o Martim na sanita dou lhe uma história ou um brinquedo para o entreter um bocadinho, faço uma grande festa quando ele faz xixi, deixo limpar o rabinho  com papel higiénico e faço questão de estar presente, nunca o deixo sozinho.

 

Sei que ainda temos um longo caminho pela frente, mas acho que desta forma mais descontraída chegaremos longe!

 

E para voçes quando se deve retirar as fraldas? Tem dicas de desfralde para partilhar comigo?

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